O sublime e o natural hermeneuticamenete revisitados

Róbson Ramos dos Reis

 

O propósito deste artigo é o exame de uma indicação formal sobre o sublime no contexto de uma filosofia hermenêutica da natureza. O foco da atenção é a abordagem ontológica da natureza viva, tal como esboçada em "Os conceitos fundamentais da metafísica: mundo, finitude e solidão", de Martin Heidegger. Ao considerar as determinações gerais implicadas na determinação dos fundamentos das ciências biológicas, Heidegger obtém um conceito de organismo formulado em termos de uma dinâmica modal da natureza. Concebida como uma elevação sobre si mesma, a natureza viva deve ser qualificada como sublime. A sublimidade da natureza está referida à compreensão humana de ser, que não acompanha integralmente o tipo especial de intencionalidade e possibilidade dos organismos vivos.

Palavras-chave: Heidegger, Hermenêutica da natureza, Organismos, Possibilidade natural, Sublime.

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 Róbson Ramos dos Reis

Doutor em Filosofia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Prof. Titular no Departamento de Filosofia da Universidade Federal de Santa Maria. Coeditor científico da Revista Natureza Humana, membro da Sociedade Brasileira de Fenomenologia e da Sociedad Iberoamericana de Estudios Heideggerianos. Autor de Aspectos da Modalidade (2014). Publicou diversos artigos sobre temas da obra de Martin Heidegger. Colaborou na organização das coletâneas Filosofia Hermenêutica (2000), Identidade Pessoal e Reconhecimento (2008) e Verdade como Valor (2006).

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