Heidegger e a técnica

André de Macedo Duarte

 

a) O paradoxo da técnica moderna: um bem e um mal?

Desde meados do século dezenove as promessas modernas de felicidade, beleza e liberdade têm se manifestado por meio das mais diversas conquistas científicas etecnológicas, as quais garantiram a multiplicação de milhares de aparatos técnico-científicos. Nossa vida é de tal forma circundada pela tecnologia que, por vezes, nemmesmo nos damos conta dela: tudo se passa como se a técnica tivesse se transformadoem nossa segunda natureza, decalcando-se sobre nossa pele. Aliás, por isso mesmotalvez já não seja mais sequer adequado falar que a tecnologia ‘circunda’ nossa vida,visto que ela se interpõe e determina previamente nossas relações conosco mesmos,com os outros e com a natureza: recordem-se os marca-passos que controlam o ritmocardíaco de um indivíduo, os chips eletrônicos sub-cutâneos destinados a monitorar avida alheia, além da biotecnologia que manipula a genética dos alimentos que ingerimos diariamente.

Leia o artigo na íntegra

 

André de Macedo Duarte

Professor de Filosofia da Universidade Federal do Paraná (UFPR)

Esse espaço é dedicado à divulgação de textos relevantes no âmbito da Psicologia fenomenológica e hermenêutica.

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